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A Nutrição e as suas funções Imprimir E-mail
31 de julho de 2010


A alimentação equilibrada é um fator importante para o tratamento de inúmeras doenças como também para manter uma boa saúde.

Por Geiza Graciano


Dietas que prometem a perda de quilos em tempos recordes podem ser encontradas facilmente em sites e revistas, por exemplo. Entretanto, o pensamento de que passar fome ou pular refeições ajuda no emagrecimento é totalmente incoerente. “Uma nutrição saudável baseia-se em uma dieta equilibrada capaz de fornecer ao organismo todos os nutrientes na quantidade necessária ao seu funcionamento, como carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais”, esclareceu a nutricionista Karina Quadros.
A alimentação equilibrada consiste no ajuste de calorias e nutrientes do seu cardápio, sendo que o acompanhamento de uma nutricionista é essencial, pois cada indivíduo tem uma necessidade calórica e estilo de vida diferente. A denominada reeducação alimentar ajuda tanto no controle do peso como também na prevenção de inúmeras doenças.
Uma dieta equilibrada é aquela que do total calórico diário é distribuída em: carboidratos (50 a 60%), proteínas (15 a 20 %) e gorduras (20 a 25%), além de ajustes de vitaminas e minerais.
Além de equilibrar a alimentação, é necessário o fracionamento, ou seja, alimentar-se a cada três horas. Este tratamento estimula o trânsito intestinal, melhora a sensação de saciedade, mantém os níveis de glicose constate no sangue, o que contribui também no controle do apetite e a perda de massa muscular.
Segundo a nutricionista, cada indivíduo tem uma necessidade calórica e estilo de vida diferenciado. “É importante levar em consideração a pratica de atividade física e o estado emocional do paciente. Muitas vezes é fundamental para o tratamento do paciente o apoio psicológico”, disse.

Dietas que prometem a perda de quilos em tempos recordes podem ser encontradas facilmente em sites e revistas, por exemplo. Entretanto, o pensamento de que passar fome ou pular refeições ajuda no emagrecimento é totalmente incoerente. “Uma nutrição saudável baseia-se em uma dieta equilibrada capaz de fornecer ao organismo todos os nutrientes na quantidade necessária ao seu funcionamento, como carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais”, esclareceu a nutricionista Karina Quadros. A alimentação equilibrada consiste no ajuste de calorias e nutrientes do seu cardápio, sendo que o acompanhamento de uma nutricionista é essencial, pois cada indivíduo tem uma necessidade calórica e estilo de vida diferente. A denominada reeducação alimentar ajuda tanto no controle do peso como também na prevenção de inúmeras doenças. Uma dieta equilibrada é aquela que do total calórico diário é distribuída em: carboidratos (50 a 60%), proteínas (15 a 20 %) e gorduras (20 a 25%), além de ajustes de vitaminas e minerais.Além de equilibrar a alimentação, é necessário o fracionamento, ou seja, alimentar-se a cada três horas. Este tratamento estimula o trânsito intestinal, melhora a sensação de saciedade, mantém os níveis de glicose constate no sangue, o que contribui também no controle do apetite e a perda de massa muscular.Segundo a nutricionista, cada indivíduo tem uma necessidade calórica e estilo de vida diferenciado. “É importante levar em consideração a pratica de atividade física e o estado emocional do paciente. Muitas vezes é fundamental para o tratamento do paciente o apoio psicológico”, disse.
Esporte e alimentação


Para os esportistas, a nutrição é essencial e é considerada como o segundo fator de que mais influencia o desempenho dos atletas. Karina compara o ser humano com um veículo para explicar a importância do alinhamento do esporte com a boa alimentação: “O carro necessita de combustível para movimentar-se. O mesmo acontece com o ser humano. Os alimentos funcionam como o combustível para que o corpo funcione. Um indivíduo que não tem hábitos alimentares saudáveis e pratica exercícios corre o mesmo risco de desenvolver carências nutricionais idênticas ao sedentário. A alimentação equilibrada e exercícios devem ser simultâneos”, explicou.
Uma alimentação balanceada é de extrema importância também aos que frequentam a academia para que atinjam seus objetidos sejam eles em performance estéticos ou de qualidade de vida. O problema é que muitos adotam comportamentos alimentares inadequados e fazem uso de suplementos nutricionais sem orientação.

Para os esportistas, a nutrição é essencial e é considerada como o segundo fator de que mais influencia o desempenho dos atletas. Karina compara o ser humano com um veículo para explicar a importância do alinhamento do esporte com a boa alimentação: “O carro necessita de combustível para movimentar-se. O mesmo acontece com o ser humano. Os alimentos funcionam como o combustível para que o corpo funcione. Um indivíduo que não tem hábitos alimentares saudáveis e pratica exercícios corre o mesmo risco de desenvolver carências nutricionais idênticas ao sedentário. A alimentação equilibrada e exercícios devem ser simultâneos”, explicou.Uma alimentação balanceada é de extrema importância também aos que frequentam a academia para que atinjam seus objetidos sejam eles em performance estéticos ou de qualidade de vida. O problema é que muitos adotam comportamentos alimentares inadequados e fazem uso de suplementos nutricionais sem orientação.
Obesidade infantil


No decorrer dos anos houve uma grande mudança nos hábitos da infância. As brincadeiras como o pega-pega, esconde-esconde foram substituídos pelo computador e o vídeo-game, que gera o sedentarismo. As crianças também buscam uma forma mais rápida de consumir os alimentos, consumindo hambúrgueres, sorvetes, batata frita, entre outros vilões.
Recentes estudos mostram que a obesidade infantil, em 20 anos, aumentou cinco vezes. A obesidade é resultado da ingestão de mais energia do que a necessária.  Este consumo excessivo pode ser iniciado em fases remotas da vida por influências culturais ou hábitos familiares. Por isso, considera-se que a obesidade possui fatores de caráter múltiplo, tais como os genéticos, psicossociais, cultural-nutricionais, metabólicos e endócrinos.
Na infância, as crianças aprendem o que os pais orientam e normalmente reproduzem o que aprendeu com eles. Sendo assim, é necessário que os adultos deem o exemplo aos seus filhos orientando-os a levarem lanches saudáveis a escola e a consumirem diariamente salada e frutas. “É necessário orientar cantinas escolares para que também ofereçam opções saudáveis aos pequenos. Toda criança precisa aprender a se alimentar corretamente. Não podemos deixar que crianças pré-escolares continuem apresentando colesterol elevado e obesidade. O incentivo à atividade física é fundamental também neste caso”, ressaltou a nutricionista.

No decorrer dos anos houve uma grande mudança nos hábitos da infância. As brincadeiras como o pega-pega, esconde-esconde foram substituídos pelo computador e o vídeo-game, que gera o sedentarismo. As crianças também buscam uma forma mais rápida de consumir os alimentos, consumindo hambúrgueres, sorvetes, batata frita, entre outros vilões. Recentes estudos mostram que a obesidade infantil, em 20 anos, aumentou cinco vezes. A obesidade é resultado da ingestão de mais energia do que a necessária.  Este consumo excessivo pode ser iniciado em fases remotas da vida por influências culturais ou hábitos familiares. Por isso, considera-se que a obesidade possui fatores de caráter múltiplo, tais como os genéticos, psicossociais, cultural-nutricionais, metabólicos e endócrinos.Na infância, as crianças aprendem o que os pais orientam e normalmente reproduzem o que aprendeu com eles. Sendo assim, é necessário que os adultos deem o exemplo aos seus filhos orientando-os a levarem lanches saudáveis a escola e a consumirem diariamente salada e frutas. “É necessário orientar cantinas escolares para que também ofereçam opções saudáveis aos pequenos. Toda criança precisa aprender a se alimentar corretamente. Não podemos deixar que crianças pré-escolares continuem apresentando colesterol elevado e obesidade. O incentivo à atividade física é fundamental também neste caso”, ressaltou a nutricionista.

Cirurgia bariátrica


A nutrição também é utilizada antes e depois de cirurgia bariátrica. Essa operação, popularmente conhecida como “redução de estômago”, é realizada por um médico cirurgião especialista na área, e há critérios para a indicação da mesma. Indica-se para indivíduos que tenham IMC (índice de massa corporal) maior ou igual a 40kg/m2 e que tentaram tratamento clínico por mais de dois anos consecutivos, mas sem sucesso.  Pode ser indicada também para os que tenham IMC maior ou igual a 35kg/m2, mas que apresentem, pelo menos, uma das co-morbidades. Entretanto, condições clínicas precárias, que aumentam muito o risco de mortalidade, contra-indicam o procedimento, assim como idade inferior a 18 anos e superior a 65 anos, transtornos psiquiátricos graves, abuso ou dependência de álcool.
O nutricionista auxilia no pré operatório do paciente candidato à cirurgia bariátrica. O tratamento consiste em uma avaliação dos hábitos alimentares, correção de erros alimentares, orientações para prevenção de complicações da cirurgia. O pós-operatório consiste na orientação da dieta líquida e sua evolução para pastosa até a consistência normal, o que normalmente leva 30 dias se tudo evoluir positivamente. “A dieta contribuirá para o ajuste do aporte protéico necessário ao indivíduo no pós-operatório, além de repouso gástrico para a cicatrização. É importante ressaltar que a Cirurgia Bariátrica deverá ser realizada com indicação médica e avaliada por equipe multidisciplinar”, finalizou Karina.







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