No Transparência Notícias desta semana o Prefeito Luís Donisete Campaci fala sobre obras, educação, segurança e saúde. Acompanhe...
Prefeito, a partir desta semana estão sendo divulgadas as inscrições para o vestibular dos cursos técnicos gratuitos da Escola Federal. Qual a expectativa sobre a Escola Técnica Federal, que é uma conquista tão importante para o município de Capivari? As expectativas são as mais otimistas possíveis. A partir do segundo semestre deste ano de 2010 ofereceremos ensino gratuito e de qualidade para a população de Capivari e da nossa região, o que seguramente representará mais um grande passo para o desenvolvimento sócio-econômico do nosso município. As inscrições para os dos dois primeiros cursos, curso Técnico em Química e curso Técnico em Manutenção e Suporte em Informática da Escola Técnica Federal, tem início no próximo dia 10 de maio e irão até o dia 25 de maio, com a aplicação das provas no dia 27 de junho. Inclusive, os interessados podem solicitar até o dia 20 de abril a isenção da taxa de inscrição, que é de R$ 20,00, pelo site www.fatgestao.org.br ou também no posto de apoio às inscrições que será montado na sede do SAAE Capivari, que fica na rua Regente Feijó, 570, centro.
Recentemente o Senhor esteve no bairro Jardim Branyl para ouvir as reivindicações dos moradores. O que foi discutido nesta reunião? Já foram atendidas alguma das reivindicações do bairro? Atendendo a uma solicitação do atuante Vereador Nelson Soares, no último dia 25 de março, à noite, estive participando de uma reunião com os moradores do Jardim Branyl. Este encontro aconteceu na Igreja Assembléia de Deus, com a presença de cerca de 70 moradores e a participação de nosso Vice-Prefeito Jr. Pacheco, do vereador Mateus Scarso e também do próprio Vereador Nelson Soares. Basicamente, os moradores reivindicaram o cascalhamento do bairro, alguns reparos na rede de esgoto, a limpeza de terrenos, ônibus circular em mais horários e também asfaltamento das ruas. Finalizamos este encontro com o compromisso de nos empenharmos ao máximo para atender a todas as reivindicações. Aliás, já iniciamos o atendimento de algumas dessas reivindicações, como a limpeza dos terrenos.
No último dia 8 de abril tivemos a assinatura de um convênio entre a Prefeitura Municipal e Faculdade Cenecista da Terceira Idade, a FACETI. O que o Senhor pode nos dizer sobre este convênio? Firmamos mais um importante convênio com a CNEC de Capivari para a oferta de cursos para a terceira idade, por meio da FACETI. A FACETI é uma faculdade de altíssimo nível de qualidade, especialmente voltada para as pessoas da chamada terceira idade. A prefeitura está concedendo bolsa de estudo com 100% do valor das mensalidades. Este é mais um compromisso do nosso plano de governo que já está sendo cumprido.
Prefeito, desde o mês passado a Secretaria Municipal de Obras divulgou os trabalhos da operação tapa buracos no município. Quais as novidades sobre este assunto? Temos novidades na área de recuperação de ruas e avenidas. Já concluímos o processo licitatório para a contratação da empresa que nas próximas semanas iniciará o trabalho de recapeamento de 35 ruas, construção de guias, sarjetas e pavimentação de mais 5 ruas, além da operação tapa-buracos. Dentre as principais estão: asfalto sobre paralelepípedo na rua Coronel Delfino, rua São Benedito e na rua João Vaz. Também a pavimentação da rua Don Pedro, no bairro Engenho Velho, assim como o asfalto fazendo a interligação entre o bairro Castellani e o bairro Jardim do Bosque.
No quesito segurança soubemos que o senhor esteve na Delegacia Seccional de Piracicaba. Do que se tratou essa visita prefeito? Nesta última sexta-feira eu, no papel de prefeito, e também convidei o presidente da câmara, o vereador Rodrigo Proença, que prontamente aceitou o nosso convite, e fomos até a Diretoria do Interior/Setor 9, onde fomos recebidos pelo diretor da Deinter e pelo delegado da seccional. Foi conosco também o delegado de Capivari Dr Marcel de Souza. Fomos à Seccional e à Deinter com 3 objetivos: o primeiro é fazermos uma integração entre o município, por meio do prefeito e do presidente da Câmara, com a Seccional e a Deinter; o segundo objetivo foi pedir mais condições de trabalho, mas recursos humanos e materiais para a delegacia do município; e o terceiro objetivo foi oferecer ajuda do município à delegacia. Uma outra idéia que nós temos desde antes de tomarmos posse, e que mais uma vez nos tratamos com a Seccional e com a Deinter, é um sonho que temos de construir um novo prédio onde seriam centralizados todos os trabalhos de segurança aqui em Capivari. Então seria um prédio onde funcionaria a Delegacia do município, a Delegacia da Mulher, a CIRETRAN, o Comando da Guarda Municipal e, se o a Policia Miliar concordar, até o Comando da PM. Então é uma idéia aceita pelo diretor da Deinter e que agora nós daremos andamento.
Na sessão de Câmara de ontem o Vereador Mateus Scarso falou sobre a implantação da Zona Azul na cidade? Como está o projeto para o Município? Depois dos estudos realizados durante os últimos meses nós encaminhamos o projeto da Zona Azul para prévia análise por parte dos vereadores. Espero que essa melhoria no trânsito e no estacionamento central da nossa cidade seja realizada da melhor forma possível e no melhor prazo possível
Mateus Scarso também falou sobre o bom andamento do diálogo entre o Poder Executivo e o Pode Legislativo a respeito deste importante projeto. Como o Senhor avalia esta interação entre Câmara Municipal e Prefeitura? A Zona Azul é desejo de 75% dos proprietários de veículos de Capivari. No ano passado nós contratamos uma pesquisa feita com critérios científicos e o resultado foi que 75% dos motoristas de Capivari desejam a implantação da zona Azul. Então precisamos implantar da melhor forma possível e essa união entre o Poder Executivo municipal e o Poder Legislativo municipal é fundamental para que isso aconteça. A vereadora Gil falou que se for implantada a zona azul na cidade que a Prefeitura terceirize o serviço pois, segundo ela, já houve zona azul no município anos atrás, mas não deu certo porque a prefeitura não soube administrar. O que o senhor acha sobre isso? A prefeitura deve ter o controle do essencial. Por exemplo, ser de controle da Prefeitura o valor a ser cobrado pela taxa de estacionamento, os locais da Zona Azul, o sistema de aplicação de multas. Mas toda a operação do dia a dia parece ser muito mais inteligente que realmente seja terceirizada.
O vereador Vitor Riccomini falou sobre as condições prediais da creche Cecília Cerezer Riccomini, do bairro Santa Rosa, que está interditada desde janeiro deste ano, em virtude das fortes chuvas. Vitor cobrou urgência na reforma do local. O que o senhor tem a dizer a respeito? Temos que resolver esse caso com o máximo de urgência. O problema é que na administração pública tudo é exageradamente lento, demorado! Pois tem que se fazer licitação para contratar o o projeto, tem que dar prazo para recurso, tem prazo para apresentação do projeto - que nesse caso da creche foi de 30 dias para que a profissional vencedora apresente esse projeto - aí vem outra licitação para contratar a execução da obra, aí vem prazo para recurso, prazo para o contrato entre a prefeitura e a empresa vencedora da licitação, daí vem o prazo para a execução da obra. Enfim, é muito triste! Sou pessoalmente inconformado com toda essa demora, mas infelizmente são as leis do setor público.
Vitor também comentou sobre os transporte das crianças da Creche Cecília Cerezer para outras creches, como a do bairro Morada do Sol. Alegando que o ônibus da educação é inflexível quanto aos horários de partida. O senhor teria algo a dizer? Estou pedindo à Secretária da Educação Profª Valéria Stefanini Colaneri para que veja essa assunto, resolva esse caso o quanto antes e da melhor forma possível.
Ainda na sessão de segunda-feira, dia 12 de abril, o Presidente da Câmara Rodrigo Abdala Proença também falou sobre a Educação e teceu críticas com relação à qualidade da merenda escolar. O senhor poderia nos falar algo a respeito? A qualidade da merenda está ruim, a gestão da merenda está ruim e por isso formei um grupo de trabalho para realizar estudos, fazendo um diagnóstico de todos os problemas e que me apresente sugestões para que rapidamente tenhamos a melhor merenda possível. Esse grupo de trabalho também está visitando municípios de nossa região para conhecer as melhores práticas.
O vereador Arnaldo Annicchino Nacarato explanou novamente sobre a reforma no Pronto Socorro, expondo suposta contradição nas informações prestadas hospital e pela prefeitura. O que foi acordado com o Pronto Socorro prefeito? Em meados de 2009, numa reunião entre os quatro prefeitos e a diretoria da Santa Casa foi feita uma proposta de Capivari repassar R$ 60.000,00, Elias Fausto, Mombuca e Rafard repassarem R$ 12.000,00 cada um para reforma do Pronto Socorro. Mas, ao aproximarmos do final do ano de 2009, durante o processo de negociação do novo contrato com a Santa Casa, a diretoria do hospital, por meio de seu presidente Pascoal Marracini, pediu que o aumento nos repasses mensais fosse maior do que nós estávamos propondo e que a Santa Casa se responsabilizaria pela reforma do Pronto Socorro. Este é um dos motivos pelo qual concordamos em aumentar o repasse mensal da Prefeitura Municipal de Capivari para o Pronto Socorro de R$ 175.000,00 para R$ 242.000,00, um enorme aumento de R$ 67.000,00 por mês, o que significa um aumento de R$ 804.000,00 por ano. Tomei conhecimento também que o vereador Arnaldo apresentou uma cópia de uma ata de reunião, mas em todas as nossas reuniões entre os prefeitos e a diretoria da Santa Casa nunca foi feito, assinada nenhuma ata. Eram feitas as negociações, cada um fazia o seu registro e a única vez que fizemos um registro formal foi quando nos reunimos no Ministério Público, sob a coordenação do promotor de justiça Dr. Joel, e ali sim foi documentado todos os compromissos da prefeitura e os compromissos da Santa Casa. Então é aquele Termo que foi assinado tanto pelos prefeitos como pela Santa Casa, é aquele Termo que tem valor jurídico. Prefeito, o senhor vem enfrentando grandes adversidades em seu mandato, como a crise financeira, as enchentes e, neste momento, a endemia de Dengue que assola Capivari. Como o Senhor encara tudo isso? Como gestor público eleito pelo povo e sobretudo para trabalhar para o povo é minha missão e obrigação buscar a solução para os problemas que afetam Capivari. Apesar da crise financeira e da já conhecida queda na arrecadação, reerguemos o SAAE – nosso maior patrimônio - negociamos precatórios, regularizamos o pagamento desses precatórios, regularizamos a situação da Prefeitura com o IPREM, valorizamos o funcionalismo e fizemos importantes investimentos, como compra de veículos para as secretarias, equipamentos para a Guarda e a compra de dois prédios para a Educação, dentre tantas outras melhorias, inclusive a compra de um terreno para um novo conjunto habitacional. O triste episódio das enchentes comprovou a nossa capacidade de reação diante das crises e apenas nos encorajou ainda mais na busca de soluções definitivas para o problema, como a construção de 323 casas que já estão em andamento no loteamento Santa Teresa D´Ávila. Quanto à endemia de Dengue, já vinhamos nos mobilizando desde o início deste ano para combatermos este problema, que já era esperado pelos órgãos de saúde em nosso município. Nossos agentes estão na rua, a rede de saúde atenta para o atendimento à população, além de termos intensificado nossas campanhas de conscientização nas escolas, por meio dos rádio, dos jornais. Enfim, é justamente nos momentos de crise que surgem as melhores oportunidades.
Na questão anterior o senhor falou sobre os precatórios. Como está a situação desses precatórios prefeito?
Está regularizada. E para isso em dezembro de 2009 a Prefeitura pagou R$ 978.370,00. Durante os meses de janeiro, fevereiro e março deste ano de 2010 nós pagamos mais R$ 871.229,00. Isso quer dizer que nesses últimos quatro meses pagamos o total de R$ 1.849.000,00 de precatórios que recebemos de prefeitos anteriores. Imaginem só quantos buracos e quantas ruas dariam para ser melhoradas com R$ 1.849.000,00. Porém, por necessidade nós tivemos que arrecadar e destinar ao pagamento dos precatórios, de dezembro de 2009 até março de 2010, portanto em quatro meses, o total de R$ 1.849.000,00. |